Rua Floriano Peixote, 662

São José - Recife/PE

DETALHES

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Tipo de Propiedade

Terreno com Construção Comercial

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Medidas do Lote

64m x127m x 70m x 122m

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Área Total

8.407m²

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Área Construída

5.838m²

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Negociação

Venda, Permuta ou Incorporação

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Avaliação

R$25.000.000

DOCUMENTOS

Mapa KMZ

Mapa de Informações Geográficas

DESCRIÇÃO

Terreno situado no bairro de São José da cidade de Recife, Pernambuco. Com 8.407m² este terreno se destaca por sua localização privilegiada ao lado da estação central do metro de Recife, onde se encontra no centro da cidade.

  

Porta de entrada do Nordeste brasileiro, Recife além de belas paisagens - com pontes e rios cortando toda a cidade, atrai milhares de turistas todos os anos. Rica em manifestações culturais e folclóricas, suas raízes estão sempre traduzidas em sua essência artística e preservadas como importante patrimônio.   

A localização privilegiada do terreno em questão além de promover acesso a estação central do metrô de Recife, tem acesso ao principal polo cultural e comercial do estado. as suas proximidades você pode encontrar em até 2km o Mercado São José, o principal mercado Público da cidade do Recife, praça do Marco Zero conhecido como local de fundação da cidade do Recife, Armazéns do Porto, instalados no Centro Histórico, às margens do encontro do rio Capiberibe com o mar repleto de cultura e gastronomia, Porto Digital o maior parque tecnológico do país, onde atuam a maior parte das empresas da área de TIC e EC, o Galo da Madrugada - reconhecido como o maior bloco carnavalesco do mundo pelo Guiness Book - que entoa pelas ruas do Bairro de São José, há 36 anos, sede do banco do Brasil, Casa da cultura, museus, Igrejas e polos comerciais de rua, restaurantes shoppings e muito mais. 

Transitando milhares de pessoas diariamente ao seu redor o metro do Recife registra diariamente 400.000 mil passageiros diariamente. É inevitável não avaliar este empreendimento como uma oportunidade de crescimento para o desenvolvimento imobiliário do Estado de Pernambuco.  

O desenvolvimento imobiliário na região tem se destacado por vários empreendimentos sendo um deles o Condomínio do Edifício Pier Maurício de Nassau um residencial de luxo já consolidado e construído em 2009 que foi sucesso de vendas. O mais recente lançamento é o Parque do Cais de José Estelita onde a Construtora Moura Dubeux já iniciou a obra de 03 (três) torres prevendo 300 milhões de VGV nesta etapa de um complexo residencial que deve receber 13 prédios que variam de 12 a 38 andares com unidades variadas. O terreno se encontra em uma distância de 850m do empreendimento Parque do Cais. 

“A Moura Dubeux Engenharia voltou os olhos para esse mercado e entregou, em 2010, os edifícios Píer Duarte Coelho e Píer Maurício de Nassau, no Cais de Santa Rita. Com 41 andares (134 metros de altura), cada, os prédios ganharam o apelido de Torres Gêmeas. Esse empreendimento foi comercializado rapidamente. Naquele momento, vimos o potencial do Centro do Recife, recorda o superintendente comercial da Moura Dubeux, Tony Vasconcelos. Lançados por R$ 350 mil, os apartamentos das torres estão avaliados, hoje, em R$ 1,4 milhão. 

A empresa faz parte do grupo do Projeto Novo Recife, que prevê a construção de 12 torres (oito residenciais, dois empresariais e dois flats/hoteleiro) edifícios ao longo do Cais José Estelita. Também já lançou duas torres na Rua da Aurora, o projeto Jardins da Aurora, cujos apartamentos terão 247metros quadrados (na planta o valor do imóvel é de R$ 1,2 milhão). Residenciais construídos na Rua da Aurora, que é o caso do Edifício Jardins de Aurora, oferecem uma vista maravilhosa do Rio Capibaribe. Já nos edifícios Duarte Coelho e Maurício de Nassau, a vista é para o mar. Para quem trabalha no entorno, isso significa ficar livre de trânsito, ter mais qualidade de vida, comenta Tony Vasconcelos.” 

Fonte:https://amp-pe.jusbrasil.com.br/noticias/112173461/centro-do-recife-e-a-bola-da-vez-para-o-mercado-imobiliario-folha-de-pernambuco-imoveis 

Cresce diante do Recife essa oportunidade única  em uma localização tão privilegiada. Não está mais em questão seu potencial, mas sim quando deve iniciar seu desenvolvimento imobiliário econômico. 

DEMOGRÁFICO

Localização: RPA: 1, Microrregião: 1.2, Distância do Marco Zero (km)1: 2,21

Área Territorial (hectare)2: 326

População Residente: 8.688 habitantes

Taxa de Alfabetização da População de 10 anos e mais (%)4:  87,2
Taxa Média Geométrica de Crescimento Anual da População (2000/2010): 0,04 %

Densidade Demográfica (Habitante/Hectare): 26,62

Domicílios (nº)5:  2.704

  • Média de moradores por domicilio  (Habitante/Domicílio):    3,2

  • Proporção de Mulheres Responsáveis Pelo Domicílio (%): 51,56

  • Valor do Rendimento Nominal Médio Mensal dos Domicílios6: R$ 1.402,11

               
Zonas Especiais de Interesse Social no bairro (Zeis): Coque (parte)

Fonte: CENSO Demográfico, 2010. Resultados do universo: características da população e domicílios. Disponível em <http://www.ibge.gov.br>. Acesso em mai.2012.
Para outras informações, consultar o ATLAS do desenvolvimento humano na Região Metropolitana do Recife, 2011-nova tiragem. Disponível em <http://www.recife.pe.gov.br>

 
 
 
 
 
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VIDEO

 

LOCALIZAÇÃO

 
 

SÃO JOSÉ

O bairro de São José, um dos mais antigos e tradicionais bairros do Recife, possui uma área de 178 hectares e uma população de 8.653 habitantes (Censo de 2000, do IBGE- Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

Nos seus primórdios, o local correspondia junto com o bairro de Santo Antônio, ao que já foi a ilha de André de Albuquerque.

        

O bairro foi desmembrado da freguesia do Santíssimo Sacramento de Santo Antônio, através da Lei Provincial nº 132, de 2 de maio de 1844.  Durante um certo período, foi chamado de Campina do Taborda.

No início era habitado por pescadores e na área existiam as famosas “Cacimbas de Ambrósio Machado”, próximo das quais os holandeses construíram, em 1630, o forte Frederico Henrique, hoje denominado Forte das Cinco Pontas.

Situado na parte central e mais urbana da cidade tem como referências o Mercado de São José; o estuário do Pina; a antiga Casa de Detenção, hoje transformada em Casa da Cultura; a Estação Central, onde hoje se encontra o Museu do Trem; a praça Sergio Loreto e, sua espinha dorsal, as ruas da Concórdia e Imperial.

 

Onde atualmente se encontra a praça do mercado de São José, existia, em 1787, um pequeno comércio de verduras e frutas conhecido como a Ribeira de São José.

           
Foi no bairro de São José que, em 1825, Antonio José de Miranda Falcão, montou uma tipografia e fundou o Diario de Pernambuco, o jornal mais antigo em circulação da América Latina.

Na década de 1930, era habitado por comerciantes, funcionários públicos, comerciários, portuários e outros representantes da classe média do Recife. Porém, há muito tempo, o bairro deixou de ser uma zona eminentemente residencial. São poucas as famílias que lá residem e não existem mais quintais e hortas como antigamente. A rua das Calçadas se transformou em uma área movimentada de comércio na cidade.

O carnaval do Recife tem muitas de suas tradições ligadas ao bairro. Além dos blocos Batutas de São José, Donzelos, Traquinas de São José, Prato Misterioso, Pão Duro, entre outros, foi sede de importantes clubes carnavalescos como o Clube das Pás Douradas, dos Vasculhadores e do Clube Vassourinhas, apelidado carinhosamente de “Camelo de São José”, além da escola de samba Estudantes de São José, que como o nome diz, foi criada pelos estudantes da vizinhança.

Os ensaios de rua dessas agremiações, antes do carnaval, levavam multidões às ruas do bairro, dançando o frevo e cantando as músicas da época na maior animação.

É do bairro também que sai, desde 1977, no sábado de Zé Pereira “o maior bloco carnavalesco do mundo”, O Galo da Madrugada, anunciando a chegada de Momo.

Ao longo do bairro se encontram várias igrejas como a Basílica da Penha, construída pelos capuchinhos franceses em 1656; a de São José, edificada em 1864 e cujo padroeiro deu seu nome ao bairro; a de Nossa Senhora do Terço; a de São José de Ribamar, localizada próximo ao cais de Santa Rita e, antigamente também, a dos Martírios, demolida em nome do desenvolvimento urbano.

O bairro possuía quatro cinemas, o Moderno, na praça Joaquim Nabuco, o São José, na rua das Calçadas, o Ideal, na Vidal de Negreiros e o Glória, na praça do Mercado, o único que ainda resiste, mas onde somente se apresentam filmes da linha pornô.

No local da atual avenida Engenheiro José Estelita, em frente ao estuário do Pina, havia apenas um caminho de terra batida ou de areia da praia, onde circulavam – e às vezes atolavam – carros e carroças puxadas a cavalo e transportadoras de feno. Na área também se jogava futebol, se empinava papagaio e quando a maré baixava, boa parte do local se transformava em mangue, onde muitas pessoas iam, com seus ganchos e latas, pescar crustáceos.

Pelas ruas do bairro era realizada, antigamente, a Corrida da Fogueira. Começava no largo da Paz, em Afogados, passava por toda a rua Imperial, dobrando à esquerda na praça Sérgio Loreto, seguindo pela rua da Concórdia, rua do Sol e tendo seu ponto final na avenida Rosa e Silva, na sede do Clube Náutico Capibaribe, promotor do evento. Durante todo o trajeto, havia pelas calçadas uma grande quantidade de curiosos e torcedores que aplaudia, brincava e xingava os concorrentes.

Hoje, o velho bairro de São José encontra-se desfigurado, com alguns imóveis em ruínas, problemas sociais, de higiene urbana e de trânsito. Como um patrimônio da cidade do Recife e dos recifenses merece ser restaurado e preservado.

Fonte: GASPAR, Lúcia. São José (Recife, bairro). Pesquisa Escolar Online, Fundação Joaquim Nabuco, Recife. Disponível em: <http://basilio.fundaj.gov.br/pesquisaescolar/>. Acesso em: dia  mês ano. Ex: 6 ago. 2009.

 

RECIFE É A MELHOR CIDADE DO NORDESTE
PARA FAZER NEGÓCIOS, APONTA PESQUISA

Por: Etiene Ramos   Publicado em: 12/01/2020 10:21 Diario de Pernambuco

O Recife começou o ano com o título da melhor cidade para se fazer negócios do Nordeste. O posto é resultado da pesquisa Melhores Cidades para Fazer Negócios, da consultoria Urban Systems, em parceria com a revista Exame. O estudo aponta o Índice de Qualidade Mercadológica (IQM) de 100 cidades brasileiras com população acima de 100 mil habitantes, analisando quatro eixos principais: o desenvolvimento econômico (maturidade e crescimento da cidade), capital humano (qualificação profissional e formação de mão de obra), desenvolvimento social (reflexo social do desenvolvimento da cidade) e infraestrutura (o básico para o desenvolvimento de negócios).

 

“Há dez anos, as empresas faziam uma guerra fiscal, buscando incentivos para se instalar. Hoje isso não é mais suficiente. As cidades do Nordeste não estão tão bem no ranking como poderiam estar, principalmente pelos atrasos em infraestrutura”, afirma William Rigon, sócio da Urban Systems e coordenador do estudo. Em 2019, o Recife ficou em 27º lugar no IQM, mais distante das primeiras colocadas do que em 2018, quando ocupou o 21º lugar do ranking. Porém, no ano passado, a capital de Pernambuco avançou em capital humano, saindo do 19º lugar em 2018, para o 15º em 2019, e em e infraestrutura, passando do 13º para o 8º lugar nacional.

 

A evolução neste indicador está diretamente ligada à disponibilidade de banda larga de alta velocidade, um insumo fundamental para a cidade que nasceu do Porto do Recife e, no seu entorno, mantém, há cerca de 20 anos, o Porto Digital. “Em termos de negócios, hoje, a conectividade é mais importante do que aeroportos. Usamos as telecomunicações em tudo e ela abre espaço para serviços”, observa Rigon.

 

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação do Recife, Guila Calheiros, os resultados das pesquisas que elevam o potencial do Recife no mundo dos negócios, ajudam a divulgar o perfil tecnológico da capital em todo o país e a atrair investidores. Mas também

mapeiam os investimentos necessários para melhorar os atrativos para a cidade. Foi assim quando, há dois anos, o seu antecessor e atual secretário de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco, Bruno Schwambach, iniciou as negociações para implantação de um cabo submarino que, até o final de 2021, trará uma velocidade de transmissão de 12 Tbps (terabits por segundo) para o Recife. “Cada vez mais a economia vai estar baseada no digital e ter uma infraestrutura de banda larga com velocidade constante, é fundamental”, comenta Calheiros. 

 

Ainda em infraestrutura, o coordenador da pesquisa destaca a disponibilidade de transporte do Recife que conta com 195 linhas rodoviárias interestaduais e 42 destinos nacionais e internacionais a partir do Aeroporto Internacional Guararapes/Gilberto Freyre.

 

Mas nem tudo são flores. O Recife não vai bem em saneamento, um dos pontos avaliados no indicador infraestrutura. O índice de perdas na distribuição de água é de 61,1%, acima da média nacional de 38,3%, embora supere o índice de atendimento urbano de água com um percentual de 85,9%, contra 83,5% do Brasil. Já no indicador de Desenvolvimento Social, o Recife aparece com 42,60% em coleta de esgoto, quase dez pontos percentuais abaixo da média brasileira de 52,4%, apesar de apresentar um índice de 74% em tratamento de esgoto, enquanto o país fica em 46,0%.

 

Infraestrutura foi diferencial para atrair Accenture

A americana Accenture, um dos players mundiais de tecnologia, escolheu o Recife como sede do seu Centro de Inovação da América Latina, inaugurado no Porto Digital, em 2017. A decisão veio após uma ampla pesquisa de mercado entre cidades brasileiras para descobrir qual delas atenderias aos pilares da multinacional como disponibilidade de infraestrutura e diversidade intelectual e cultural.
 

A empresa também pensava em como manter os clientes com o centro fora do eixo Rio-São Paulo e, segundo a diretora executiva da Accenture Technology, Flávia Picolo, o polo de tecnologia pesou na escolha pelo Recife. “Impactou muito os talentos e a diversidade que a cidade oferece. Colocamos o Recife no mapa do mundo e ele respondeu super bem a isso. Os resultados falam do sucesso que nem imaginávamos que teríamos aqui”, revela a diretora, que se divide entre duas casas: uma no Recife outra em São Paulo, onde fica o escritório de negócios da Accenture.

 

No começo, segundo ela, eram apenas 30 pessoas no embrião do Centro de Inovação que hoje ocupa sete prédios na capital pernambucana e emprega mais de 2.500 pessoas – cerca de 95% são profissionais locais e mais de 500 foram contratadas no ano passado, a fim de atender o crescimento da empresa. “Vim para o Recife em 2014, com o desafio de acelerar a operação e, assim, precisamos contratar 5% do quadro de fora do estado e do país. Hoje nossos funcionários têm autosufiência, absorveram a cultura da empresa e já podem formar os novos”, afirma Flávia Pícolo.

 

Mesmo sendo do interior paulista, ela se surpreendeu com o acolhimento dos recifenses e até já se tornou cidadã do Recife, um reconhecimento da Câmara Municipal, e acaba de receber outro, para se tornar cidadã pernambucana. “A cidade me acolheu de uma forma genuína e simples e consegui fazer conexões com universidades, fóruns executivos, trocar experiências e hoje temos uma história consolidada no Recife”, declara.

 

Para quem estiver pensando em vir, ela enumera os pontos fortes: parcerias com universidades, suporte do Porto Digital para formação de pessoas, do MIT (Massachusetts Institute of Technology). “Existe uma veia de inovação superimportante no Recife. Cada vez mais temos certeza que somos o maior centro de inovação ‘em linha reta’, como dizem os recifenses”, declara, incorporando uma brincadeira dos orgulhosos moradores da cidade.

Fonte: Diario de Pernambuco: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/economia/2020/01/recife-e-a-melhor-cidade-do-nordeste-para-fazer-negocios-aponta-pesqu.html

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